quinta-feira, 30 de abril de 2009

Maioria quer gays nas forças armadas nos EUA

Mais da metade dos americanos são favoráveis à abertura oficial das Forças Armadas aos homossexuais, uma promessa feita pelo presidente Barack Obama, segundo uma pesquisa da Universidade de Quinnipiac.A sondagem mostra que 56% das pessoas entrevistadas acreditam que a proibição aos homossexuais de servir abertamente nas Forças Armadas americanas deve ser suspensa, enquanto 37% são contrárias. Entre as famílias de militares, os números são mais equilibrados, com 50% partidários de uma abertura oficial e 43% desfavoráveis à ideia.
Os democratas apoiam uma revisão da regra em vigor (67%), enquanto 52% dos republicanos são contra. Mulheres e latinos, além dos jovens, são os mais favoráveis ao fim da lei conhecida como "Don't ask Don't tell" (Não pergunte, não conte), que autoriza gays e lésbicas a servir desde que mantenham a identidade sexual em silêncio. A ala conservadora da classe política americana e parte da comunidade militar ameaçam protestar contra a reforma, uma das promessas de campanha do presidente Obama. A pesquisa foi realizada entre 21 e 27 de abril com 2.041 eleitores, com uma margem de erro de 2,2 pontos para mais ou para menos.

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