terça-feira, 19 de maio de 2009

Elenco de novo filme será pago só depois da estréia

Cenários e figurinos reutilizados, apenas 17 dias de filmagens, elenco pago “com cheque pré-datado”. Assim foi feito o filme “Reis e ratos”, que consolida a parceria entre Selton Mello e o diretor Mauro Lima, iniciada com “Lisbela e o Prisioneiro” (filme no qual o cineasta trabalhou como assistente de Guel Arraes) e que seguiu com “Meu nome não é Johnny".O plano ousado começou quando Lima foi visitar o set de “O bem amado”, filme dirigido por Arraes e produzido por Paula Lavigne. “Me dei conta de que as duas histórias aconteciam exatamente na mesma época, entre 1963 e 1964. Poderiam nos ser muito útil o cenário e o figurino. De brincadeira, sugeri para a Paula que fizéssemos ‘Reis e ratos’, e ela topou”, conta o cineasta, que tinha o roteiro pronto há anos, esperando uma oportunidade para rodá-lo.Dois dias depois a dupla começou a analisar como tornaria o plano viável, e a pré-produção durou apenas três semanas.

Nenhum comentário:

Postar um comentário