sexta-feira, 5 de junho de 2009

Professores da USP entram em greve

Os docentes da USP (Universidade de São Paulo) iniciaram nesta sexta-feira uma greve por tempo indeterminado para reivindicar, entre outros itens, reajuste salarial e a retirada da Polícia Militar do campus, onde impedem a realização de novos piquetes por parte dos grevistas.
Até as 11h30 de hoje, a universidade ainda não tinha um balanço de quantos professores aderiram à paralisação nem de quais faculdades foram as mais afetadas. O início da greve foi decidido em assembleia realizada ontem (4). A principal reivindicação da categoria é a saída da Polícia Militar na universidade. De acordo com a reitoria, a PM está no local desde a última quarta-feira (3) quando, atendendo a um pedido de reintegração de posse, impediu a realização de piquetes e bloqueios em frente aos prédios por parte dos funcionários em greve há um mês. No total, seis prédios foram fechados no início da semana, incluindo a reitoria. A PM já havia realizado intervenção da universidade na segunda-feira (1), mas retornou após novos fechamentos de prédios, informou a reitoria. Já os grevistas negam que os prédios tenham sido fechados e que funcionários estejam sendo proibidos de trabalhar. Além da presença da PM, os professores também querem a retomada das negociações do Cruesp (Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas) com o Fórum das Seis entidade que integra os servidores e funcionários das três universidades paulistas: USP, Unesp e Unicamp.

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