segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Morre Patrick Swayze e Marina Silva abandona PT e se filia ao PV

O livro de memórias escrito pelo ator Patrick Swayze e por sua esposa, Lisa Niemi, será lançado em 29 de setembro pela editora Atria Books, informou nesta quarta-feira (16) uma reportagem publicada no site do portal americano MSNBC. "The time of my life" conta a trajetória de vida do astro de "Dirty dancing", morto na última segunda-feira aos 57 anos após quase dois anos de batalha contra um câncer no pâncreas. A autobiografia traz curiosidades sobre o início da carreira de Swayze, como o fato de ele ter ensaiado com o famoso bailarino Mikhail Baryshnikov em Nova York antes mesmo de se tornar conhecido como ator. Sua paixão pelos esportes também é retratada em um ponto de sua vida, ele tinha esperanças de se tornar um ginasta olímpico. Swayze teve de abandonar o sonho depois de sofrer um ferimento em uma partida de futebol americano. "O livro, na verdade, abre com um jogo de futebol americano quando ele estava no colégio, e ele machuca gravemente seu joelho", disse à MSNBC Judith Curr, editora responsável pela publicação do material. "Ele tenta se levantar e andar, mas não consegue - e aquele machucado irá persegui-lo para o resto de sua vida." "The time of my life" revela também que, mais tarde, um acidente de motocicleta quase acabou com os planos de Swayze de se tornar dançarino profissional.
Depois de desfalacar a bancada do PT, partido no qual militou desde a juventude, a senadora Marina Silva (AC) pode agora causar danos à sigla também nas urnas. Pelo menos é nisso que aposta o vice-presidente do PV, Alfredo Sirkis, um dos articuladores da filiação de Marina ao partido. “Ela vai tirar votos do PT e do PSDB. Vai tirar do PT porque ela é mulher e originária deste partido e vai tirar votos do PSDB porque tem a simpatia da classe média do Centro-Sul”, disse Sirkis ao G1. Pelo PT, a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) é apontada como possível candidata do partido à Presidência. No PSDB, os governadores José Serra (SP) e Aécio Neves (MG) aparecem como os nomes mais fortes para entrar na disputa. Marina, que se filia neste domingo (30) ao Partido Verde, ainda não confirmou se sairá candidata à Presidência da República no ano que vem. No partido, porém, a candidatura da senadora não é vista como uma possibilidade, mas como fato consumado. O presidente da sigla, José Luiz Penna, disse que a prioridade atual do PV é montar uma estrutura de alianças capaz de viabilizar a candidatura. “Os próximos planos são eleger Marina presidente e montar uma belíssima bancada de deputados federais.” O PV tem 14 parlamentares. O deputado Fernando Gabeira (PV-RJ) diz que uma candidatura própria do partido é importante para ampliar o leque de escolhas dos eleitores. “Não entramos na campanha para prejudicar ninguém. Queremos enriquecer o eleitor com várias alternativas”.

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