terça-feira, 22 de junho de 2010

Astro americano 'tem mais valor morto do que vivo'

Por Silvio Guedes Crespo
O músico Michael Jackson gerou ganhos de mais de US$ 1 bilhão desde a sua morte, em 25 de junho do ano passado, segundo estimativa da revista Billboard. “É uma triste verdade: Michael Jackson pode ter mais valor morto do que vivo”, diz a reportagem. No jargão de analistas de mercado, poderia ser dito que o artista morreu “na baixa”, ou seja, antes de um período de valorização. A revista descreve quanto o espólio de Michael Jackson rendeu nos vários segmentos do mercado musical, totalizando US$ 1,017 bilhão. Veja os destaques de cada item:
Venda de música: US$ 429 milhões
Depois de morto, Michael Jackson vendeu 9 milhões de discos nos Estados Unidos e 24 milhões em outros países, diz a Billboard.
Obras audiovisuais: US$ 392 milhões
O documentário sobre Michael Jackson, “This Is It”, lançado em 28 de outubro, rendeu US$ 72 milhões em bilheteria nos EUA e US$ 188 milhões no mundo.
Editora musical: US$ 130 milhões
A Mijac, editora de música de Michael Jackson, administrada pela Warner/Chappell, estava avaliada em US$ 75 milhões em 2005. Hoje, na estimativa da Billboard, a empresa deve valer US$ 150 milhões.
Licenciamento e turnê: US$ 35 milhões
A turnê que Michael Jackson faria em 2009 na casa O2, em Londres, foi cancelada, mas ingressos não reembolsados geraram ganhos de US$ 6,5 milhões.
Contrato com a Sony: US$ 31 milhões
A revista lembra que a Sony Music Entertainment chegou a um acordo para lançar dez álbuns com músicas de Jackson até 2017 que, na avaliação da revista, devem somar de US$ 200 milhões a US$ 250 milhões.

Nenhum comentário:

Postar um comentário