sábado, 10 de julho de 2010

Aos 57 anos, Cyndi Lauper volta em álbum com participações de mestres

Por Antônio Carlos Miguel
A garota que, em fins de 1983, subiu como um foguete para o topo das paradas dizendo que queria apenas diversão agora canta as tristezas. Mas "Memphis blues", novo disco de Cyndi Lauper, estreia no selo independente Mercer Street Records (distribuído no Brasil por outro selo alternativo, Lab344) após duas décadas e meia de ligação com a poderosa Sony Music, é também uma afirmação de prestígio e de renascimento artístico e comercial. Recém-lançado nos EUA, o álbum estreou na semana passada no 26 lugar do "Top 200", a lista de mais vendidos da revista "Billboard". - É uma jornada ao passado, o blues é a base de tudo o que nós cantamos, mesmo que você seja alguém que veio do rock ou do jazz. Voltei até Ma Raney, que não inventou o blues, mas botou-o na estrada e criou todo um estilo - explica, em entrevista coletiva postada no YouTube, a cantora, que investe no blues com o aval de alguns especialistas, em duetos com veteranos como B.B. King, Allen Toussaint, Charlie Musselwhite e Ann Peebles ou o jovem Jonny Lang. Ouça a faixa 'Early in the morning', de Cyndi Lauper

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