quarta-feira, 14 de julho de 2010

Pesquisa reprova 26% dos cachorros- quentes em SP

Por G1
Uma pesquisa feita com vendedores de cachorro-quente nas ruas da capital paulista mostrou que 26,6% deles continham bactérias muito prejudiciais à saúde. O levantamento, realizado pela Coordenação de Vigilância em Saúde do município (Covisa) em parceria com a Proteste (associação de consumidores) recolheu amostras de 30 sanduíches que levam salsicha e são vendidos em carros e barraquinhas. De acordo com a pesquisa, os produtos condenados tinham contaminação por coliformes fecais, que podem causar intoxicação ou infecção alimentar. Vômitos, diarreia, dores abdominais e febre são alguns dos sintomas. Além dos coliformes fecais, os pesquisadores do laboratório da Covisa disseram ter encontrado bactérias como: Escherichia coli, Estafilococos coagulose-positiva e Clostrídio sulfito redutor.Cerca de 57% dos dogueiros pesquisados tinham pelo menos um manipulador de alimentos formado pelo curso de Boas Práticas de Manipulação de Alimentos, ministrado pelas unidades de Supervisão e Vigilância em Saúde (SUVIS). Mesmo assim, seis deles forneceram cachorros-quentes contaminados. Para os pesquisadores, segundo a nota enviada à imprensa, “os alimentos podem ser facilmente contaminados com microorganismos patogênicos, devido às condições inadequadas do local de preparo e conservação do produto.”

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