segunda-feira, 27 de setembro de 2010

29ª Bienal abre as portas apostando em política e otimismo

Por Diego Assis
Depois de uma edição minguada em 2008, com público de pouco mais de 100 mil visitantes e um andar inteiro dedicado ao "vazio" , a 29ª Bienal de São Paulo abre neste sábado (25) as portas para o público com a missão de recuperar o prestígio e a popularidade de uma das mais importantes exposições de arte moderna e contemporânea do mundo. Com investimentos de R$ 30 milhões, divididos entre o poder público e a iniciativa privada, esta edição da mostra reúne nomes badalados do circuito internacional, que vão desde a belga Chantal Akerman e a norte-americana Nan Goldin até os cineastas Jean Luc-Godard, lenda da nouvelle vague, e Apichatpong Weerasethakul, vencedor da Palma de Ouro em Cannes neste ano, que também desenvolve trabalhos em outros suportes. Entre os nomes da arte brasileira, o evento promove um resgate oportuno e bem articulado de algumas das figuras mais importantes das vanguardas nacionais, como Flávio de Carvalho, Hélio Oiticica, Lygia Pape e Cildo Meirelles, ao mesmo tempo em que aposta em novos artistas, como o mineiro Matheus Rocha Pitta e a carioca Alice Miceli, ambos de apenas 30 anos.

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