sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Bom faro para a comunicação

Por Paulo Sampaio
Ex-galã de novela da Globo, Rodrigo Faro não é um desistente. Ele se veste de mulher melancia porque "sempre quis ser um comunicador". "Isso não é final de carreira pra mim, ao contrário. Fui atrás do meu sonho" , garante Rodrigo, nos bastidores do programa O Melhor do Brasil.
Apresentado por ele aos sábados, entre 17h e 21h, o programa já está entre os dez de maior faturamento da TV Record. Com seus índices crescentes de audiência, tem causado pânico, pavor, correria, nos bastidores da concorrência. Na Globo, Rodrigo nunca fez o tipo de astro que regula entrevista, namora a estrela da hora ou aparece no "baixo bebê" com o filho. Seu marketing é o do comunicador "gente como a gente". "Não tenho vergonha de me mostrar como sou. Meu público vai do mais rico ao mais humilde, justamente porque eu passo quatro horas sendo eu mesmo." Não só quatro: ele é ele mesmo o tempo todo. O show começa já no camarim. Ao receber o repórter, animadíssimo, pede desculpas pela correria, sem parar de correr. "Você viu que loucura? Daqui a pouco eu entro de novo (para gravar)!", diz ele, entre agitado e orgulhoso. A atmosfera no camarim é de comitê eleitoral. Os assessores em volta, produtores, figurinistas e um amigo que veio ver a gravação do programa ajudam-no a lembrar os recordes de audiência. "No sábado, dia 17 de julho, a média do Ibope do programa foi a maior dos de auditório. Bateu o Caldeirão do Huck e o do Raul Gil", diz um.

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