segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Casal Hector Babenco e Bárbara Paz leva "Hell" ao teatro

Por Ilustrada
"Eu sou uma putinha. Daquelas mais insuportáveis, da pior espécie. Meu credo: 'Seja bela e consumista'." Assim começa "Hell", da francesa Lolita Pille, que será levado ao palco em São Paulo a partir de quinta-feira. E dá-lhe noitadas regadas a intermináveis fileiras de cocaína, o tal sexo como quem troca de roupa e a ronda pelas butiques de luxo com um cartão de crédito sem limites. Gucci, Dior, Vuitton. Os meios de transporte, evidentemente, vão dos últimos modelos de Mercedes para cima, além das viagens nos iates ou nos jatinhos dos amigos. Trabalhar, ninguém quer. A vida já está ganha. Estamos em Paris, pelos quarteirões mais caros e exclusivos. Mas podia ser em Nova York. Ou São Paulo... Com narrativa desabusada, o livro retrata uma juventude rica e consumista, vivendo o vazio dos excessos. Causou furor e se tornou fenômeno editorial quando apareceu na França em 2003 (saiu aqui pela Intrínseca). Quem o leva agora aos palcos é um dos grandes diretores do cinema nacional, o argentino naturalizado brasileiro Hector Babenco, 64. Escalada para viver a personagem Hell, pseudônimo da narradora, sua mulher, Bárbara Paz, 35, vem se preparando com esmero para a estreia no teatro do Sesi, em São Paulo, nesta semana.
HELL
QUANDO: de quinta a domingo, às 20h; até 19/12
ONDE: teatro do Sesi (av. Paulista, 1.313, tel. 0/xx/11/3146-7405)
QUANTO: de R$ 5 a R$ 10; grátis às quintas e aos domingos
CLASSIFICAÇÃO: 16 anos

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